SilêncioÉ quando o samba se cala.
Quando a graça se esvai.
O rosto desbota.
O riso se vai.
O amor tetubeia.
A corrente arrebenta.
A solidão toma.
A saudade morde.
E a escuridão da noite engole.
Por mais que se queira.
Niguém ouve, ninguém acolhe.
Agora nada é simplesmente o nada.
Um oco, um vago, o que não tem som.
Foto: Artista Angel Estevez
Para saber + do acervo: http://www.casadacultura.org/arte/arte_digital/angel_estevez/arte_digital_angel_estevez_idx.html
2 comentários:
perfeito ficou a figura om o poema.]
parece o silêncio congelado...
beijo. bom dia.
O silêncio por vezes é necessário e em outras é torturante.
Nos cabe apreciá-lo quando possível e calá-lo quando necessário.
Um abraço!
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