Neguim
Meu pai veio de Angola/
Minha mãe da Guiné/
Por isso/
Sou preto até quase a planta do meu pé!
Me chamam de neguim/
Me chamam de negão/
Com orgulho eu respondo/
Com o baque do atabeque/
Com o repique do pandeiro/
Com o gingado do meu corpo/
Com a composição de minha alma/
Com a força do meu sorriso/
e o com o samba que tenho no pé!
Poesia para o amiguinho Irã 06/02/2002 – Rio de Janeiro . RJ
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
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